Importância do fortalecimento da musculatura pélvica na qualidade de vida de mulher com incontinência urinária aos esforços

Daiane Biason, Vanessa Sebben, Caren Thais Piccoli

Resumo


Introdução: A incontinência urinária de esforço (IUE), definida por queixa de perda involuntária de urina após tosse, espirro ou esforço  físico, é a mais prevalente na população em geral. Objetivo: Verificar   alternativas à melhoria da IUE através da atuação da Fisioterapia  melhorando a qualidade de vida desses pacientes. Metodologia: Esta pesquisa se caracteriza por um estudo de caso que apresenta uma  análise qualitativa e descritiva. O caso a ser estudado envolve uma  mulher de 58 anos, o qual realizou 9 sessões de fisioterapia, duas  vezes por semana, com duração de 50 minutos cada sessão, na  Clínica  Escola de Fisioterapia da URI. A paciente foi submetida a uma   avaliação da qualidade de vida utilizando o questionário      denominado International Consultation on Incontinence Questionnaire  - Short Form (ICIQ-SF). Após, a intervenção fisioterapêutica utilizada  foi composta por exercícios de cinesioterapia (conscientização e série  de Kegel) com cones vaginais realizados em 12 séries, divididos em  fibras tipo I e II e eletroestimulação. Resultados: Observou-se  aumento da força da musculatura do assoalho pélvico (MAP), tanto da  musculatura superficial quanto da musculatura profunda e também   aumento  da resistência da mesma. Quanto ao questionário sobre a  qualidade de vida, não houve mudanças. Conclusão: A prática dos    exercícios foram essenciais para a reeducação e fortalecimento dos  músculos do assoalho pélvico.  

Palavras-chave


Incontinência urinária de esforço. Fortalecimento muscular. Técnicas fisioterapêuticas.

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