Renda familiar e educação como fatores condicionantes do aumento da taxa de fertilidade: uma análise para a Região Sul do Brasil

Autores

  • Janete Leige Lopes Unochapecó
  • Rosangela Maria Pontili

DOI:

https://doi.org/10.46699/rce.v14i27.1179

Palavras-chave:

Motivação, Servidores Públicos, Carreira Pública

Resumo

Uma ampla variedade de estudos tem apresentado evidências de que aumentos na educação e na renda parecem influenciar negativamente as decisões do casal quanto ao seu desejo de fertilidade. Estes estudos têm defendido a ideia de que o aumento na escolaridade atua positivamente sobre as oportunidades no mercado de trabalho e sobre os salários. Isso faz com que a mulher substitua as atividades do lar em prol da força de trabalho, provocando um efeito negativo sobre a fertilidade. Assim, este trabalho tem como proposta verificar se o número de filhos nascidos vivos tem relação com a educação da mãe e com a renda familiar, considerando famílias da região Sul do Brasil. A base de dados utilizada foi a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2008, aplicando-se o Modelo Lógit Multinomial. Os resultados demonstraram que aumentos na educação e na renda familiar influenciaram negativamente na taxa de fertilidade da região Sul. Observou-se também que a taxa de fertilidade dos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul é inferior a do Paraná.

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