DO ESTRUTURALISMO AO NEODESENVOLVIMENTISMO: AVANÇO E RETROCESSO

Autores

  • Thaís Damasceno Lima Universidade Federal de Uberlândia
  • Fábio Sousa Mendonça Castro
  • Ivan Lucon Monteiro Jacob Universidade Estadual de Campinas
  • Sidnei Caria Junior
  • Layza Rocha Soares Escola Nacional de Ciências Estatísticas
  • Stephano Hertal Farias Nunes Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.46699/rce.v22i38.3603

Resumo

A retomada da ideia desenvolvimentista no século XXI parece propor uma nova onda de crescimento para os países latino-americanos, onde os partidos que têm um apelo popular assumiram o poder. Este artigo caracteriza de forma crítica essa retomada das concepções desenvolvimentistas e apresenta como se estruturaram os modelos neodesenvolvimentistas, ressaltando suas bases. Por fim, analisa-se o formato do projeto de desenvolvimento vigente no Brasil. Essa pesquisa parte dos principais alicerces que fundamentam o pensamento estruturalista da CEPAL, passando pela renovação neoestruturalista de Fajnzylber até conjecturar os modelos neodesenvolvimentistas.

Biografia do Autor

Thaís Damasceno Lima, Universidade Federal de Uberlândia

Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Mestre em Economia pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp). Atualmente é professora substituta do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia.

Fábio Sousa Mendonça Castro

Mestre em Economia pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - UNESP, possui graduação em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2012). Atua como pesquisador no GPHEC/FCLAr/UNESP (Grupo de Pesquisa em História Econômica e Social Contemporânea), na área de Desenvolvimento Econômico e Social.

Ivan Lucon Monteiro Jacob, Universidade Estadual de Campinas

Doutorando em Econmia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Mestre em Economia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e graduação pela Universidade Cruzeiro do Sul (2011). Atua como pesquisador no GPHEC/FCLAr/UNESP (Grupo de Pesquisa em História Econômica e Social Contemporânea).

Sidnei Caria Junior

Possui graduação em Ciências Econômicas pelo Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (2012). Mestre em Economia pela Universidade Estadual Paulista - UNESP com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). É pesquisador do Grupo de Economia Industrial e Inovação da Universidade Estadual Paulista sob o projeto "Caracterização das Políticas de Apoio e do Esforço Empresarial de Inovação no Brasil", com apoio do CNPq.

Layza Rocha Soares, Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2010), mestrado em Economia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2015). É pesquisadora do Grupo de História Econômica e Social Contemporânea da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Doutoranda em Economia pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas.

Stephano Hertal Farias Nunes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM, 2012) e mestrado em Economia pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp, 2015). Entre 2014 e 2016 foi professor colaborador da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Atualmente cursa, no Programa de Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o doutorado em economia com ênfase em desenvolvimento econômico.

Publicado

2020-04-16

Edição

Seção

Artigos