Patrimônio etnobotânico: a feira livre

Autores

  • Meg Stalcup

Palavras-chave:

Educação. Trabalho. Práticas pedagógicas. Formação humana

Resumo

O trabalho analisa o patrimônio etnobotânico da feira livre, com base em um estudo feito no bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Durante dois anos de trabalho de campo com quatro ervatários, que tinham média de 15 anos de experiência, foram coletados plantas e dados sobre nomes vulgares, usos e o preparo dos remédios. A coleta resultou em 151 espécies distribuídas em 59 famílias, de procedência diversa: comprada de terceiros, cultivada nos jardins particulares dos vendedores, ruderal, e coletada da Mata Atlântica (40%). Analisa-se o papel das plantas na saúde e na vida religiosa das pessoas do bairro, o conhecimento dos ervatários e a coleta das plantas da Mata Atlântica.