As políticas da educação do campo desenvolvidas pelo MST e pelo Estado

Autores

  • Jéferson Silveira Dantas UFSC
  • Gabriela Schneider Não possui filiação a nenhuma universidade no momento.

Palavras-chave:

Antropologia e Arqueologia, Museologia, cultura material, Brasil Imperial, história da ciência.

Resumo

O presente artigo faz um breve levantamento histórico das proposições políticas para a Educação do Campo, notadamente para esta última década. Inicialmente são analisadas as
construções feitas pelos movimentos sociais, especificamente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em seguida, é feito um estudo sobre como o Estado assume essa questão, a partir da legislação existente sobre Educação e Educação do Campo, tendo em vista que esta última está incluída nas propostas de políticas públicas, o que reorganiza as discussões em torno das definições estipuladas pelo Estado e as demandas dos movimentos sociais do campo.

Biografia do Autor

Jéferson Silveira Dantas, UFSC

Historiador e Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Auxiliar Nível I com Dedicação Exclusiva (DE) no Departamento de Estudos Especializados em Educação do Centro de Ciências da Educação (EED/CED/UFSC). Membro e pesquisador do Núcleo de estudos sobre as Transformações no Mundo do Trabalho (TMT).

Gabriela Schneider, Não possui filiação a nenhuma universidade no momento.

Graduada em História pela Universidade Regional do Noroeste do estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em 2004. Especialista na área de Ciências Humanas e Sociais em Escolas do Campo pela Universidade Federal de Santa Catarina (2011).

Publicado

2015-07-28