Os trabalhadores da farinhada e a casa de farinha como lugar de memória

Autores

  • Francisco Evandro de Araújo Universidade Estadual do Ceará - UECE e Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central - FECLESC - Quixadá. http://orcid.org/0000-0001-8525-5149

DOI:

https://doi.org/10.22562/2017.46.09

Palavras-chave:

Competências Empreendedoras, Validação, Repensando na Educação, Projeto Europeu.

Resumo

O presente artigo tem por objetivo demonstrar de forma sucinta as características materiais deste ambiente/lugar e as relações construídas em torno das ferramentas que compõem o todo do engenho da farinha. Tendo como foco a análise dos retalhos de memórias e a observação empírica destes “museus a céu aberto” procuramos problematizar a relação entre aspectos materiais e imateriais forjada no contato corpo/ferramentas que se complementam num processo de reciprocidade entre o animado e o inanimado ressignificado a cada uso. De certa forma direcionamos nosso olhar para uma atividade de subsistência que resistiu ao longo do tempo, que com suas mudanças e permanências chegou até nossos dias. Jogamos luz no imprescindível papel histórico da experiência, do “saber-fazer” dos mestres da farinhada no cotidiano de suas atividades, no envolvimento entre pessoas e coisas que juntos forjam, no amalgama desta relação, o processo histórico.

Biografia do Autor

Francisco Evandro de Araújo, Universidade Estadual do Ceará - UECE e Faculdade de Educação Ciências e Letras do Sertão Central - FECLESC - Quixadá.

Especialista em História: Perspectivas e Abordagens do Departamento de História da Universidade Estadual do Ceará (UECE) – FECLESC – Quixadá/CE.

Publicado

2017-06-01

Edição

Seção

Artigos