As dimensões da construção social do patrimônio no Museu Vivo do São Bento

Autores

  • Tatiane Oliveira de Assumpção Cordeiro Programa de Pós-Graduação em Patrimônio, Cultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22562/2019.51.04

Palavras-chave:

Comportamento do Consumidor, Materialismo, Adolescentes.

Resumo

O presente artigo pretende apresentar as dimensões da construção social do patrimônio no âmbito de uma instituição que trabalha com a memória, com a história e com o patrimônio da região da qual se insere, a Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro. O trabalho traz a experiência do Museu Vivo do São Bento. Uma rica e inovadora experiência, sob o viés da museologia social, que atribui ao Museu o papel de agente com função social a partir de práticas que respeitem a diversidade cultural e integrem, de fato, a comunidade local. Desde a oficialização da sua criação, em 2008, através da reivindicação dos profissionais da área da educação do município de Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, o Museu se constitui como um espaço de luta e resistência, e seus atores sociais buscam que essa instituição tenha ampla inserção entre os diferentes grupos sociais da Baixada Fluminense. E, através da perspectiva da educação patrimonial, inscrevem um processo importante de experimentação da própria perspectiva do patrimônio cultural. Essa experimentação é apreendida por meio de atividades, projetos/programas, além de sua própria inserção enquanto agente social, político, educacional e cultural.

Biografia do Autor

Tatiane Oliveira de Assumpção Cordeiro, Programa de Pós-Graduação em Patrimônio, Cultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Licenciada em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ); Mestra em Patrimônio, Cultura e Sociedade, pelo Programa de Pós-Graduação em Patrimônio, Cultura e Sociedade da UFRRJ.

Publicado

2019-12-10