Entre a Serra do Mar e o Oceano Atlântico, a baía de Guanabara
considerações acerca da sua ocupação, exploração e os efeitos ambientais na modernidade
DOI:
https://doi.org/10.22562/2025.63.07Palavras-chave:
Arqueologia, Baía de Guanabara, ModernidadeResumo
As mudanças climáticas aceleradas pelas ações da humanidade impactam severamente o planeta, reverberando na ameaça à existência e preservação do patrimônio cultural e ambiental. Isso é uma realidade e precisamos enfrentá-la. Partindo dessa premissa, esse trabalho propõe uma reflexão acerca do processo de ocupação e exploração da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, intensificado após o contato europeu no século XVI, destacando as alterações provocadas nesse ambiente segundo as orientações econômicas e políticas que causaram efeitos colaterais que repercutem na atualidade. Dando atenção aos caminhos utilizados nesse processo, tanto pelas vias aquáticas quanto terrestres, pretende-se elencar a tecnologia empregada na circulação e consumo de bens, e como ela interagiu com a gênese e com o abandono de localidades no entorno do recôncavo, especialmente após o emaranhamento paulatino das práticas capitalistas ao longo do século XIX. Avançando no processo de tomada do território é apresentada uma análise acerca do adensamento populacional desenfreado e dos efeitos predatórios que causaram nos corpos d’água que alimentam a baía, reverberando no cenário impactado que convivemos no cotidiano. Propondo uma avaliação de um processo local e sua relação com o contexto global, esse trabalho se encaminha destacando a Arqueologia Histórica e sua potência em contribuir nos debates acerca dessa temática.
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