Saúde mental e trabalho: um estudo com agricultores orgânicos no sudoeste do Paraná

Autores

  • Edival Sebastião Teixeira Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó
  • Gabriella Suzana Lorenzzon

DOI:

https://doi.org/10.22295/grifos.v24i38/39.3280

Palavras-chave:

Transparência. Accountability. Poder Legislativo. Câmaras de Vereadores. Capitais brasileiras.

Resumo

O artigo apresenta uma pesquisa que teve por objetivo identificar representações sociais sobre trabalho e saúde mental em um grupo de agricultores orgânicos e analisar as relações entre tais representações e eventual aparecimento de sofrimento mental. Participaram da pesquisa 19 agricultores familiares de Capanema, Paraná. Os dados foram coletados por meio de um protocolo de observação do ambiente de trabalho dos sujeitos, bem como mediante a utilização de entrevista semiestruturada. Os resultados indicam que os agricultores orgânicos pesquisados representam o seu trabalho como algo potencialmente criador de saúde, de modo que, neste estudo, não foram identificados sinais de sofrimento mental nos sujeitos. Ao contrário, as representações identificadas têm muitos elementos em comum, então, para esses agricultores saúde implica trabalho e trabalho implica saúde.

Publicado

2016-08-02

Como Citar

Teixeira, E. S., & Lorenzzon, G. S. (2016). Saúde mental e trabalho: um estudo com agricultores orgânicos no sudoeste do Paraná. Revista Grifos, 24(38/39), 179-198. https://doi.org/10.22295/grifos.v24i38/39.3280

Edição

Seção

Dossiê Temática Livre