Fotografia no contestado: nova interpretação da rendição da família cabocla

Autores

  • Gerson Witte Instituto Federal de Santa Catarina - IFSC http://orcid.org/0000-0002-9531-7523
  • Sônia Maria dos Santos Marques Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE Campus de Francisco Beltrão

DOI:

https://doi.org/10.22562/2017.47.04

Palavras-chave:

Paulo Freire. Escola. Conservadorismo.

Resumo

Este artigo faz a leitura de imagem dos aspectos formais e semióticos da fotografia de Claro Jansson e como ela foi interpretada na iconografia da Guerra do Contestado, representando o que seria uma rendição de uma família cabocla como resultado da estratégia de cerco aos redutos sertanejos, realizado pelo Exército Brasileiro. Compara-se a fotografia histórica com outras imagens do fotógrafo, com
relatórios do Exército, livros e revistas que serviram como propaganda governamental para situar o local e data do evento com rendição do líder de reduto, Bonifácio José dos Santos e apresentando elementos culturais para demonstrar a necessidade de uma nova interpretação, relacionada com a execução de prisioneiros que aconteceu na cidade de Canoinhas, em Santa Catarina, no ano de 1915.

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Biografia do Autor

Gerson Witte, Instituto Federal de Santa Catarina - IFSC

Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Professor de Artes do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Desenhista, ilustrador, artista gráfico e fotógrafo.

Sônia Maria dos Santos Marques, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE Campus de Francisco Beltrão

Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professora Adjunta no Curso de Pedagogia da Universidade
Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Francisco Beltrão. Docente do Curso de Mestrado em Educação da UNIOESTE, Campus de
Francisco Beltrão, linha de pesquisa: Cultura, Processos Educativos e Formação de Professores.

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Publicado

2017-11-30

Edição

Seção

Artigos