Práticas educacionais em instituições de Educação Especial no estado de Sergipe (1962-1987)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22562/2021.54.22

Palavras-chave:

Instituições educativas, Memórias, Práticas educacionais

Resumo

 Esta pesquisa tem como objeto a história de práticas educacionais realizadas em instituições de educação especial sergipanas, no período entre 1962 e 1987. O objetivo foi analisar práticas educacionais relacionadas às pessoas com deficiência, no período do recorte temporal pesquisado. Metodologicamente, esta é uma pesquisa histórica, na perspectiva da História Cultural, buscando aporte teórico em Chartier (1988); de cunho documental e conjugada com a História Oral Temática, pautada em Meihy e Holanda (2015), por meio de narrativas obtidas em entrevistas. A pesquisa utiliza como fonte nove entrevistas, destas, oito foram realizadas pela autora, estatutos e livro de atas coletados nas instituições pesquisadas, além de jornais. Constatou-se que as práticas educacionais realizadas nas instituições ocorriam, na maioria dos casos, pautadas num modelo denominado pelas professoras de “intuitivo”, neste, a partir dos resultados obtidos, davam-se novos direcionamentos aos trabalhos.

Biografia do Autor

Walna Patrícia de Oliveira Andrade, Universidade Federal de Sergipe

Mestra em Educação pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Memórias, Sujeitos e Práticas Educativas (Gephed/CNPq/UFS).

Joaquim Tavares da Conceição, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Integra o Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe; e lidera o Grupo de estudos e pesquisas em História da Educação: Memórias, sujeitos, saberes e práticas educativas (Gephed/Cnpq/UFS). 

Publicado

2021-06-16