Vozes da Lagoa: memória, pertencimento e mobilização comunitária

O caso do sítio arqueológico Jacuné, Niterói, RJ

Autores

  • André Conte Zulian Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Michelle Mayumi Tizuka Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Instituto Floresta Darcy Ribeiro
  • Anderson Marques Garcia Universidade Estadual do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22562/2025.63.06

Palavras-chave:

Arqueologia comunitária, Preservação, Patrimônio cultural

Resumo

A intensificação dos eventos climáticos extremos no contexto atual tem afetado não apenas as dinâmicas sociais contemporâneas, mas também o patrimônio arqueológico. Este artigo analisa os impactos combinados das mudanças climáticas e da urbanização no sítio arqueológico Jacuné, que integra o Complexo Arqueológico Lagoa de Itaipu, em Niterói, Rio de Janeiro. A partir da análise da documentação, entrevistas com moradores, identificação e pesquisa arqueológica do sítio, discute-se os desafios da preservação e conservação de sítios arqueológicos em um litoral em constante transformação. Por fim, argumenta-se que a Arqueologia, ao integrar saberes locais e análise científica, pode desempenhar um papel ativo na formulação de estratégias de resiliência socioambiental.

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Biografia do Autor

André Conte Zulian, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Graduando em Arqueologia pela DArq/UERJ. Estagiário do Núcleo de Pesquisas Arqueológicas Indígenas - NuPAI/UERJ.

Michelle Mayumi Tizuka, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Instituto Floresta Darcy Ribeiro

Doutora em Ciências da Computação pela PGC/IC/UFF. Pesquisadora do Instituto Floresta Darcy Ribeiro e do Núcleo de Pesquisas Arqueológicas Indígenas - NuPAI/UERJ.

Anderson Marques Garcia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Doutor em Arqueologia pela PPGARQ/MN/UFRJ. Professor do Departamento de Arqueologia - DArq/UERJ e pesquisador do Núcleo de Pesquisas Arqueológicas Indígenas - NuPAI/UERJ.

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Publicado

2025-12-17