Conservação e monitoramento do patrimônio rupestre no microclima da caatinga frente às mudanças climáticas
o caso do Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí - Brasil)
DOI:
https://doi.org/10.22562/2025.63.08Palavras-chave:
Arte rupestre, Bioma da caatinga, Mudanças climáticasResumo
O atual contexto de mudanças climáticas impõe novos desafios à conservação preventiva e ao monitoramento integrado do Patrimônio Natural e Arqueológico. Os dados apresentados no IPCC AR6 fazem ressalvas à vulnerabilidade do semiárido brasileiro, sendo o bioma nacional da Caatinga o mais suscetível às mudanças climáticas, podendo registar um aumento das temperaturas de 2ºC à 4ºC, maior amplitude térmica e déficit pluviométrico entre 20 à 30% até 2100. O somatório desses fatores ocasionará tanto a redução do nível de água nos reservatórios subterrâneos e consecutiva degradação do solo, como transformações da cobertura vegetal, que enquanto agente termorregulador de temperatura, acarretará o aumento da exposição aos agentes atmosféricos do acervo gráfico e pictórico rupestre do Parque Nacional Serra da Capivara, localizado no sudeste do Piauí. Este artigo aporta dados recentes no âmbito do sensoriamento remoto e da análise de elementos climáticos coletados ao longo do último quadriênio (2002-2025) no Desfiladeiro da Capivara, nos atendo ao caso da Toca da Entrada do Pajaú, e propõe mecanismos em prol da conservação e monitoramento do acervo rupestre.
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