MIGRAÇÕES E VIOLÊNCIA

Fomento de espaços educacionais não-formais como zonas de aproximação

Autores/as

  • Saulo Cerutti UNOCHAPECO
  • João Antonio Fiorentin UNOCHAPECO

DOI:

https://doi.org/10.22295/grifos.v35i63.8471

Palabras clave:

Controle Social, Migrações, Pertencimento, Biopolítica, Educação Clandestina

Resumen

Este artículo propone una reflexión crítica sobre los dispositivos de control social aplicados a la gestión de las migraciones forzadas, analizando la figura del migrante en condición de clandestinidad como una construcción social que articula exclusión, subalternidad y silenciamiento epistémico. A partir de referentes como Spivak, Hall, Bauman, Foucault y la criminología crítica, se discute cómo las prácticas discursivas e institucionales producen al “outsider”, sujeto clandestino, no solo como figura jurídica irregular, sino como sujeto irrepresentable cuya presencia desafía las fronteras morales, políticas y simbólicas de la pertenencia nacional. En este contexto, se propone la idea de una “educación clandestina” — formas de formación no institucionalizadas que emergen en los espacios-momentos de la vida comunitaria, operando como contra-dispositivos a la racionalidad punitiva del sistema penal. Estas prácticas insurgentes no buscan legitimidad estatal, sino que construyen pertenencia a través de saberes situados, intercambios orgánicos y experiencias de resistencia cotidiana. Al romper con la lógica disciplinaria de la escuela, el derecho y la ciudad, esta pedagogía subterránea se constituye como desobediencia epistémica y reinvención simbólica. La vida clandestina, lejos de ser sinónimo de exclusión pasiva, se resignifica aquí como espacio de creación política, donde el sujeto subalterno se convierte en agente formador, educando al mundo desde los márgenes. El texto argumenta que estas formas de aprendizaje son laboratorios de futuros posibles, capaces de instaurar nuevas lenguas de pertenencia que no operan por asimilación, sino por la radicalidad de la pluralidad.

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Biografía del autor/a

João Antonio Fiorentin, UNOCHAPECO

Acadêmico do Curso de Direito da Unochapecó. Bolsista PIBIC/CNPq.

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Publicado

2025-09-30

Cómo citar

Cerutti, S., & Fiorentin, J. A. (2025). MIGRAÇÕES E VIOLÊNCIA: Fomento de espaços educacionais não-formais como zonas de aproximação. Revista Grifos, 35(63), 1–17. https://doi.org/10.22295/grifos.v35i63.8471