Jogo entre “parentes”, os processos de educação do corpo, esporte e lazer indígena no Brasil: reflexões a partir dos jogos dos povos indígenas

Autores

  • Beleni Saléte Grando

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v17i34.2917

Palavras-chave:

Museu, Desenvolvimento, Liberação, Ação Comunitária, Local, Hugues de Varine

Resumo

Ao contextuar as relações históricas entre os povos indígenas e a sociedade não indígena, a partir de Mato Grosso, o diálogo com as experiências e com a literatura a fim de refletir sobre como um evento esportivo, pautado no espetáculo e na competição, pode dar visibilidade a outras formas de mediação intercultural e nos ensinar sobre outras formas de conviver na diversidade. O futebol, como prática social, vem sendo apropriado como uma linguagem intercultural que coloca em relação os povos indígenas e a sociedade não indígena, ao ser ressignificado por outras lógicas que levam ao encontro com os “parentes”. Os processos de mediações interculturais, mesmo em práticas sociais pautadas na lógica dos eventos esportivos, dão visibilidade à diversidade étnica e cultural brasileira, marcada por outras formas de ser e viver coletivamente, mesmo em contextos multiétnicos, organizados pela lógica capitalista que orienta as competições esportivas no país.

Publicado

2015-09-08

Edição

Seção

ARTIGOS