A curadoria digital resiliente em um museu sem sede
o uso do Tainacan frente à crise climática no Museu Antropológico do Rio Grande do Sul
DOI:
https://doi.org/10.22562/2025.63.01Palavras-chave:
Patrimônio Cultural, Eventos climáticos, TainacanResumo
Este artigo analisa a adoção da plataforma Tainacan como estratégia de curadoria digital resiliente no contexto da emergência climática, a partir da experiência do Museu Antropológico do Rio Grande do Sul (MARS). Diante da ausência histórica de sede própria e da vulnerabilidade evidenciada pela enchente de 2024, o museu passou a utilizar o Tainacan como ferramenta para garantir a continuidade institucional, ampliar o acesso público ao patrimônio e fortalecer sua presença social. O estudo descreve as etapas de inventário, catalogação, digitalização e publicação em ambiente digital aberto, destacando como a gestão digital pode mitigar riscos, democratizar o acesso à memória e afirmar direitos culturais de comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais. Conclui-se que, em tempos de crise climática, museus devem ser compreendidos como agentes ativos na promoção da sustentabilidade e da justiça socioambiental, e que plataformas digitais como o Tainacan oferecem caminhos concretos para a construção de políticas culturais adaptativas e inclusivas.
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