GOLPEANDO O ACESSO, A PERMANÊNCIA E A DIVERSIDADE: impactos do governo ilegítimo sobre o Programa de Assistência Estudantil

Autores

  • SIMONE ELIZA Do Carmo Lessa UERJ, Faculdade de Serviço Social, Departamento de Política Social
  • Thamires Pereira Santos Graduanda em Serviço Social - FSS/UERK
  • Rafaella Peres Ennes de Souza Graduanda em Serviço Social da FSS UERJ

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v22i0.4027

Palavras-chave:

História do Negro na Educação, Políticas Educacionais, Epistemologia e Educação, Ciências da Educação

Resumo

O golpe jurídico-parlamentar e midiático ocorrido no Brasil em 2016 tem tido reflexos nefastos em todos os campos, especialmente nas políticas sociais. Na presente reflexão discutimos seus impactos na Educação Superior e, de modo específico, nos programas de Assistência Estudantil. Para tanto, construímos nosso debate a partir da apresentação da Educação Superior e da Política de Assistência Estudantil, acentuando a importância de sua associação com a Política Afirmativa das Cotas. Por fim, elencamos reflexos do golpe no financiamento e na estrutura da política de assistência estudantil, a partir de dados colhidas na grande mídia e no MEC.

Biografia do Autor

SIMONE ELIZA Do Carmo Lessa, UERJ, Faculdade de Serviço Social, Departamento de Política Social

Assistente Social, com experiência na área de educação. Professora Adjunta no Depto de Política Social da Faculdade de Serviço Social, UERJ

Thamires Pereira Santos, Graduanda em Serviço Social - FSS/UERK

Estudante de Serviço Social, bolsista de IC do NEEAE.

Rafaella Peres Ennes de Souza, Graduanda em Serviço Social da FSS UERJ

Estudante de Serviço Social na FSS UERJ, bolsista de extensão do Projeto Alcançar o cotista e do NEEAE. Aluna do PET/MEC

Publicado

2020-05-19

Edição

Seção

Artigos Demanda Contínua