PERCEPÇÃO DE PAIS E FILHOS SOBRE COERÇÃO DOCENTE E CONHECIMENTO PARENTAL SOBRE O USO DE TAIS PRÁTICAS COM SEUS FILHOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v22i0.4312

Palavras-chave:

Práticas coercitivas, Docência, Educação, Psicologia

Resumo

Como prática educativa, a coerção tem sido justificada pela necessidade de disciplinar as crianças. No ambiente escolar o seu uso tem inúmeras implicações que vão desde o fracasso escolar até o prejuízo da relação professor e aluno. Neste trabalho buscou-se investigar a percepção de pais e filhos sobre o uso de práticas coercitivas pelo professor de anos iniciais e o conhecimento dos pais sobre o uso destas práticas com seus filhos. A pesquisa foi realizada em quatro escolas do Sul do Brasil. Participaram 69 pais e 69 alunos, filhos dos pais participantes. Para a coleta de dados foram utilizados dois questionários. Na análise, além da estatística descritiva, utilizou-se os testes t de Student e Qui-quadrado. Os resultados mostraram que os filhos aprovaram mais a coerção do professor do que os pais e que os pais tinham um conhecimento parcial sobre a utilização de práticas coercitivas pelo professor com seus filhos.

Biografia do Autor

Rosina Forteski Glidden, Fameg/Uniasselvi e Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Doutoranda e Mestra em Educação pela UFPR. Psicóloga (Fameg Uniasselvi). E-mail: rsforteski@gmail.com

Lidia Natalia Dobrianskyj Weber, Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Pós-Doutorado em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde (UnB), Doutora em Psicologia (USP), Psicóloga (UFPR), Professora e Pesquisadora da UFPR. E-mail: lidiaw@uol.com.br

Publicado

2020-10-30

Edição

Seção

Artigos Demanda Contínua