O IDEÁRIO REPUBLICANO E A CONSOLIDAÇÃO DA ESCOLA NORMAL EM SANTA CATARINA

Autores

  • Ana Paola Sganderla Universidade Federal de Santa Catarina
  • Diana Carvalho de Carvalho Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v22i0.4471

Palavras-chave:

República, Escola Normal, Formação de professores

Resumo

Este artigo tem como foco as aspirações de ordem e conformação na formação de professores nos anos finais da monarquia e no início da República, a partir da análise de discursos dos governadores do Estado de Santa Catarina e na legislação educacional referente à Escola Normal. As iniciativas para a instituição da Escola Normal são anteriores à República, onde já observam o direcionamento das questões morais, da adequação de comportamentos e dos cuidados de saúde e higiene, bem como a preocupação com a causa educacional para formação do povo catarinense, mesmo com as descontinuidades que teve o curso de formação. No regime republicano, por sua vez, foram centrais a ideias de mudança de hábitos da população, principalmente, sobre a formação de uma nova mentalidade dos professores que poderiam ser os agentes responsáveis pela conformação da população às questões morais que os dirigentes consideravam necessárias à República.

Biografia do Autor

Ana Paola Sganderla, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora colaboradora no Departamento de Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa e no Departamento de
Psicologia da Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO), Paraná.

Diana Carvalho de Carvalho, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Educação: História, Política e Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Paulo. Professora titular da Universidade
Federal de Santa Catarina.

Publicado

2020-08-05

Edição

Seção

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