OLHARES JUVENIS PARA AS ESCOLAS: gaiolas ou asas?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v22i0.5612

Palavras-chave:

Jovem, Ensino Médio, Escola, Juventudes

Resumo

Frente às desigualdades educacionais ao longo da história da educação no Ensino Médio (EM), o presente artigo tem por objetivo mapear as percepções juvenis sobre a escola, sua função e o sentido de se frequentar tal etapa. Para tanto, foram realizados grupos focais com 32 Jovens matriculados em três escolas públicas situadas no município de Uberaba-MG. Os dados foram interpretados à luz da Análise de Conteúdo, por meio de categorias estabelecidas a priori: (i) perfil dos jovens; (ii) história de vida e trajetória escolar; (iii) percepção sobre a escola e a educação; (iv) relações sociais na escola e (v) que escola criticam e que escola querem. Os resultados sugerem “escolas-asas”, com estudantes autores de seus percursos formativos. Jovens que precisam ser ouvidos e considerados, o que evidencia a necessidade de uma relação dialógica na instituição escolar.

Biografia do Autor

Mônica Izilda da Silva, Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Mestra em Educação (Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM). Analista Pedagógica na Superintendência Regional de Ensino de Uberaba – Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. E-mail: monica.silva@ educacao.mg.gov.br

Daniel Fernando Bovolenta Ovigli, Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Doutor em Educação para a Ciência (Universidade Estadual Paulista – UNESP). Professor do Departamento de Educação em Ciências, Matemática e Tecnologias (DECMT) vinculado ao Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (Uberaba, MG). E-mail: daniel.ovigli@uftm.edu.br

Publicado

2020-10-30

Edição

Seção

Dossiê - Políticas Públicas de Ensino Médio: diferentes contextos em análise