PARQUES INFANTIS BRASILEIROS (1931 A 1978)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v27.8444

Palavras-chave:

Educação Integral, História da Educação, Parques Infantis, Educação Infantil.

Resumo

Os Parques Infantis foram instituições educativas, com atendimento de crianças de 3 a 12 anos. No Brasil, foram transformados em Escolas Municipais de Educação Infantil na década de 1970. A partir disso, foi realizada a seguinte problematização: quais as principais produções acadêmicas sobre os Parques Infantis que foram instalados no Brasil? Considerando a importância de compreender essas instituições, que originaram as Escolas Municipais de Educação Infantil. Com isso, o objetivo da pesquisa consistiu em apresentar elementos históricos dos Parques Infantis brasileiros, enfocando as tendências e produções acadêmicas no período de 1931 a 1978. Como procedimento metodológico, foi realizada revisão bibliográfica e documental. Dentre as constatações, destacam-se que as tendências das produções acadêmicas sobre os Parques Infantis estavam relacionadas com diversas áreas, também foi possível localizar as autoras mais citadas e o autor com maior diversidade de textos sobre as instituições em questão. Além disso, constatou-se que nos textos havia enfoques e temáticas diversas, sendo que a pesquisa mais abrangente sobre a temática se relaciona com a década de 1930 até a de 1970 e apresenta uma história de sete Parques Infantis que funcionaram em Marília/SP.

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Biografia do Autor

Aline Conceição, Universidade Estadual Paulista - UNESP (Marília)

Professora efetiva na Universidade Estadual Paulista (UNESP), "Júlio de Mesquita Filho", Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Câmpus de Marília/SP, professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Educação- Educação Social (PPGE) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Câmpus do Pantanal (CPAN) e professora permanente no Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional em Educação Inclusiva em Rede Nacional (Profei), oferecido pela UNESP, com concentração no Câmpus de Presidente Prudente/SP. Doutora em Educação (2022/ conceito Capes 6/ bolsista do CNPq/Brasil) e Mestra em Educação (2017/ conceito Capes 5/ bolsista do CNPq/Brasil) pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UNESP, FFC, Câmpus de Marília/SP, com realização de três estágios de docência. É especialista em Educação Especial e Inclusiva (2018) com recebimento de Destaque científico e Pedagoga (2012/bolsista do CNPq/Brasil), pela UNESP, FFC- Câmpus de Marília/SP com premiação do título de Mérito Acadêmico pelo excelente aproveitamento e destaque na conquista da maior média do Curso de Pedagogia (o curso foi composto por três turmas, sendo uma no período matutino e duas no noturno).Também é Psicopedagoga Institucional e Clínica (2015) e especialista em Gestão Educacional (2022). Autora do livro: Espaço e lugar privilegiado para formação de professores: Instituto de Educação 'Fernando Costa' (1953-1975) disponível em: https://lnkd.in/epu4Wvg e, juntamente com Souza, do livro Práticas pedagógicas para mudanças de concepções de deficiências e atitudes sociais em relação à inclusão disponível em: https://shre.ink/m7x4 publicados pela Editora Cultura Acadêmica. Organizadora de dossiês de artigos científicos e livros, autora de artigos científicos, capítulos de livros, trabalhos completos, resumos expandidos e simples, publicados em anais de eventos científicos nacionais e internacionais. Atuou como professora de cursos de Pós-Graduação stricto e lato sensu, como professora efetiva - adjunta do Curso de Pedagogia da UFMS e da Faip, como assistente de Escolas Municipais de Educação Infantil de Marília/SP pela Secretaria Municipal da Educação (com ênfase na formação de professores coordenadores e professores do sistema de ensino em questão), atuou também na Coordenação Pedagógica de uma Emei e como professora da Educação Especial, do Ensino Fundamental e da Educação Infantil em Marília/SP e Garça/SP. Participante do Observatório de Redes de Apoio à Inclusão Escolar e Educação Inclusiva (OIEE) . Integrante de grupos de pesquisa, a saber: Diferença, desvio e estigma (Dide) e Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação: teoria e prática (Gepe). 

Publicado

2025-12-17

Como Citar

CONCEIÇÃO, A. PARQUES INFANTIS BRASILEIROS (1931 A 1978). Revista Pedagógica, [S. l.], v. 27, p. e8444, 2025. DOI: 10.22196/rp.v27.8444. Disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/8444. Acesso em: 3 jan. 2026.

Edição

Seção

Artigos Demanda Contínua