ENTRE ATRACCIONES, JUEGOS Y LÍMITES DE ACCESO

sentidos atribuidos por madres/padres y responsables sobre las pantallas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v27.8593

Palabras clave:

Primerainfancia, Acceso a latecnología, Familias, Cultura digital

Resumen

El acceso a las pantallas por parte de la población infantil ha crecido significativamente, impulsado por las transformaciones tecnológicas de la sociedad. A partir de esta constatación, la presente investigación tiene por objetivo comprender los sentidos atribuidos por madres/padres y/o responsables de niñas y niños al uso de pantallas en la primera infancia, potenciado por el contexto pandémico. De carácter exploratorio y enfoque cualitativo, la investigación utilizó, como instrumento de recolección de datos, un cuestionario virtual de Google Forms, con preguntas abiertas y cerradas, respondido por 250 personas adultas responsables de niñas y niños de 0 a 6 años. Los datos recogidos fueron categorizados según el Análisis de Contenido propuesto por Bardin (2011). Esta técnica permitió clasificar dos grupos de sentidos: las justificaciones del tiempo de acceso a las pantallas y la opinión de las/los participantes sobre su uso. Como resultado, se identificó que la estructura familiar impacta considerablemente en el acceso a las pantallas; sin embargo, hay madres/padres y responsables que no están de acuerdo con la recurrencia de tal exposición. Pocos consienten el uso libre de este artefacto, y la mayoría de las/los participantes defiende limitar y supervisar el uso de las pantallas por parte de las niñas y los niños, ya sea con fines pedagógicos o de entretenimiento.

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Biografía del autor/a

Viviane de Bona, Universidade Federal do Pernambuco - UFPE

Pedagoga, Mestre em Educação Matemática e Tecnológica e Doutora em Educação. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação e Vice-Coordenadora do Mestrado Profissional em Educação Básica do Centro de Educação da UFPE. Desenvolve pesquisa e extensão com foco em Formação de Professores, Educação Infantil, processos de ensino e aprendizagem, infância contemporânea e representações sociais. Vice-líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinar em Formação Humana, Representações e Identidades – GEPIFHRI/UFPE/CNPq. Coordenadora do Laboratório sobre Infâncias e Projetos Lúdico-Educacionais Inclusivos – LIPLEI/UFPE. Conselheira do Centro Paulo Freire - Estudos e Pesquisas.

Débora Hyngrid Gomes do Nascimento Silva, Colégio Boa Viagem

Pós-graduada em Infância e Educação Infantil pela Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ). Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Professora da Educação Infantil do Colégio Boa Viagem, Recife/PE.

Claudilene Maria da Cunha , Secretaria de Educação do Município de Caruaru

Pós-graduada em Docência para Educação profissional e tecnológica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – IFES. Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco UFPE. Professora efetiva da Educação Infantil do município de Caruaru/PE.

Publicado

2025-12-31

Cómo citar

DE BONA, V.; HYNGRID GOMES DO NASCIMENTO SILVA, D.; MARIA DA CUNHA , C. ENTRE ATRACCIONES, JUEGOS Y LÍMITES DE ACCESO: sentidos atribuidos por madres/padres y responsables sobre las pantallas. Revista Pedagógica, [S. l.], v. 27, p. e8593, 2025. DOI: 10.22196/rp.v27.8593. Disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/8593. Acesso em: 3 ene. 2026.

Número

Sección

Dossiê Telas, tecnologias digitais e inteligência artificial nos processos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças