ENTRE ATRAÇÕES, BRINCADEIRAS E LIMITE AO ACESSO
sentidos atribuídos por mães/pais e responsáveis sobre as telas
DOI:
https://doi.org/10.22196/rp.v27.8593Palavras-chave:
Primeira infância, Acesso à tecnologia, Famílias, Cultura digitalResumo
O acesso às telas pelo público infantil tem crescido significativamente, estimulado pelas transformações tecnológicas da sociedade. Com base nessa constatação, a presente pesquisa tem por objetivo compreender os sentidos atribuídos pelas mães/pais e ou responsáveis por criança são uso de telas na primeira infância, potencializado pelo contexto pandêmico. De caráter exploratório e abordagem qualitativa, a investigação utilizou, como instrumento de coleta de dados, um questionário virtual do Google Forms, com questões abertas e fechadas, preenchido por 250 adultos, responsáveis por crianças de 0 a 6 anos.Os dados coletados foram categorizados segundo a Análise do Conteúdo proposta por Bardin (2011). Essa técnica permitiu classificar dois grupos de sentidos: as justificativas do tempo de acesso a telas e a opinião dos colaboradores sobre o uso delas. Como resultado, foi identificado que a estrutura familiar impacta consideravelmente no acesso às telas, porém, existem mães/pais e responsáveis que não concordam com a recorrência de tal exposição. Poucos aquiescem ao uso livre desse artefato, e o maior quantitativo dos colaboradores defende limitar e supervisionar a utilização das telas pelas crianças, seja para uso pedagógico ou entretenimento.
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