CIBERCULTURA, CONECTIVISMO E IAG
fundamentos para uma educação em transformação
DOI:
https://doi.org/10.22196/rp.v27.8477Palavras-chave:
Inteligência Artificial Generativa, Pierre Lévy, Epistemologia, ConectivismoResumo
O estudo analisa a convergência dos pressupostos do Conectivismo e de conceitos propostos por Pierre Lévy em Cibercultura para investigar o uso da inteligência artificial generativa na educação. Metodologicamente, trata-se de um ensaio teórico-analítico, de abordagem qualitativa e caráter exploratório. Sem procedimentos empíricos, o estudo propõe uma reflexão crítica e articulação de referenciais teóricos. A análise desenvolve-se em dois movimentos: o primeiro contextualiza epistemologias, introduzindo o Conectivismo em relação ao Construtivismo e ao Socioconstrutivismo contemplando autores clássicos e contemporâneos da educação — em especial Piaget, Vygotsky, Siemens, Downes, Lévy e Saviani; o segundo promove um diálogo entre as categorias epistemológicas do Conectivismo e os conceitos apresentados em Cibercultura examinando suas possíveis articulações com o uso de inteligência artificial generativa na educação A comparação entre as cinco questões fundamentais do Conectivismo e os conceitos de Lévy revela convergência teórica, fornecendo um referencial coerente para compreender os potenciais usos da inteligência artificial generativa na educação. Essa convergência teórica demonstra potencial para superar paradigmas e atualizar práticas pedagógicas, embora imponha desafios relacionados ao uso crítico, à autonomia e às implicações éticas da tecnologia.
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