ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NA POLÍTICA EDUCACIONAL BRASILEIRA

estruturação histórica e função formativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v27.8450

Palavras-chave:

Política Educacional, Estágio, Formação de professores

Resumo

Este artigo busca abordar a historicidade do Estágio Não Obrigatório, modalidade de estágio que frequentemente é esquecida nas pesquisas e discussões científicas da área da educação brasileira. A partir de levantamento e análise documental, busca caracterizar o desenvolvimento histórico dessa prática e sua consolidação nos cursos de formação de professores. Com ajuda de referenciais da área de formação de professores, apresenta um exercício descritivo capaz de indicar sua caracterização histórica e papel no processo formativo dos professores. A análise apresenta, como elementos conclusivos, seu surgimento nos cursos elitizados do sistema de ensino brasileiro, como Direito, migrando, com o passar dos anos, para outros cursos de formação em nível superior. Também apresenta progressiva e constante dificuldade de se estruturar como atividade específica, comumente confundida com as modalidades de estágio curricular, supervisionado e obrigatório. Sua especificidade legal e prática figura como um ganho recente e que ainda demanda estudos, normatizações e reconhecimento.

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Biografia do Autor

Felipe Lima, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS

Graduado em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista no ano de 2012 com efetivação durante o seu estágio curricular obrigatório na área de Preservação Marinha através da Organização não Governamental Instituto Gremar. Foi professor de Ciências Humanas do Cursinho comunitário pré-vestibular da UNESP - Ilha Solteira. Pedagogo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul com participação no Programa Institucional de Iniciação a Docência - PIBID e no Programa Residência Pedagógica do Ministério da Educação. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas, com a temática: Implicações teórico práticas do Estágio Não Obrigatório na Formação Docente. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Formação de Professores - GForP. Pós graduando em Gestão Escolar e Professor da Rede Municipal de Ensino de Três Lagoas atuando em turmas de alfabetização.

Paulo Fioravante Giareta, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS

Doutor em Educação pela Universidade Federal do Paraná - UFPR (2013). Professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS (2014). Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas (PPGEdu-CPTL/UFMS). Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas (PPGEdu-CPTL/UFMS - 2022-2024). Líder do GForP - Grupo de Estudos em Formação de Professores da UFMS/CPTL. Atua nas áreas de Filosofia da Educação, Política de Gestão Educacional, Política de Currículo e Política de Formação de Professores. Três Lagoas. Mato Grosso do Sul. Brasil. E-mail: pfgiareta27@yahoo.com.br. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-0649-4756.

Publicado

2025-12-17

Como Citar

LIMA, F.; GIARETA, P. F. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NA POLÍTICA EDUCACIONAL BRASILEIRA: estruturação histórica e função formativa. Revista Pedagógica, [S. l.], v. 27, p. e8450, 2025. DOI: 10.22196/rp.v27.8450. Disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/8450. Acesso em: 3 jan. 2026.

Edição

Seção

Artigos Demanda Contínua